Numa escola, pelo menos o professor de português deve ser o indivíduo-referência do idioma, e, apenas a graduação em Língua Portuguesa não é suficiente. No Brasil, tal profissional numa escola é atribuída a responsabilidade para idealizar as aulas e atividades relativas à linguagem, orientar os estudantes com respeito ao aprendizado, bem como a ter gosto por ler, escrever, imaginar e pensar livremente. Mais ainda, tal profissional é o sujeito que deve orientar a leitura, os autores, os gêneros literários, a categorias de textos, e também a alertar para os estilos e tipos de ensaios literários. Desse modo, este curso é importante porque ele treina os que já são professores a terem uma visão de conjunto de todo o idioma da língua portuguesa. Ele é indispensável ao crítico literário porque dá a ele a ferramenta de que ele precisa para ser imparcial, justo e ético quando emite uma avaliação, um parecer ou um argumento sobre um ensaio literário. Ele é um curso útil porque forma as pessoas interessadas precisamente naquilo que elas mais necessitam: teoria, crítica, ferramentas, padrões, estilos entre outras habilidades do lidar com o texto narrativo. Ele é relevante para a profissão do professor porque por um lado lhe dá um status específico de perito na sua área, ao tempo em que faz brotar nele durante o curso as competências de que ele precisa para ser um profissional autônomo, suficiente e justo. Trata-se pois de um curso que foi idealizado tanto para aquele que se apaixonou pela ficção e pretende lecionar, como para aquele que já é pedagogo e necessita de uma formação sólida, consistente, completa e multidisciplinar para os seus afazeres. De modo semelhante, o curso também dá alento, incentivo e serve de base para os que desejam ingressar na seara romanesca, na poética e no lirismo, enfim na fantasia do imaginário e no inconsciente.
Aulas Quizenais aos Domingos
Início: 14 de março